Tragédia em Marrocos
As autoridades marroquinas deram por terminadas, na passada quinta-feira, as operações de busca e salvamento de sobreviventes do sismo em Al Hoceïma. O incidente provocou 571 mortos e 400 feridos. As equipas europeias de resgate receberam ordens para pararem as buscas e começarem a prestar ajuda humanitária, nomeadamente na distribuição de alimentos, cobertores e tendas aos cerca de 30 mil desalojados.
Entretanto, quinta-feira, a terra voltou a tremer em Marrocos. Na altura em que foi registada a réplica do sismo, uma manifestação de centenas de estudantes circulava pelas ruas da cidade. «O governo é um ladrão, é como uma serpente», «O governo só ouve os ricos» e «Não sabemos onde pára a ajuda internacional», foram algumas das palavras proferidas pelos manifestantes que exigem maior rapidez na distribuição dos alimentos.
Entretanto, quinta-feira, a terra voltou a tremer em Marrocos. Na altura em que foi registada a réplica do sismo, uma manifestação de centenas de estudantes circulava pelas ruas da cidade. «O governo é um ladrão, é como uma serpente», «O governo só ouve os ricos» e «Não sabemos onde pára a ajuda internacional», foram algumas das palavras proferidas pelos manifestantes que exigem maior rapidez na distribuição dos alimentos.