«Cunhas» na colocação de professores
O Sindicato dos Professores da Região Centro (SPRC) pediu, sexta-feira, ao procurador-Geral da República que investigue eventuais abusos de poder da Administração Educativa que terão originado «cunhas» na colocação de docentes, e denunciou seis novos casos.
«Com os seis novos casos que nos foram apresentados através da Linha Verde pela Transparência, que criámos há um mês, são 20 as situações de alegados favorecimentos na colocação de professores detectadas», disse aos jornalistas o coordenador do SPRC, Mário Nogueira.
As situações denunciadas, afirmou o sindicalista, envolvem decisões de direcções regionais de educação (a maioria na região Centro), da Direcção-Geral da Administração Educativa ou, em outros casos ainda, do secretário de Estado da Administração Educativa.
Questionado sobre a queixa-crime que recentemente o SPRC apresentou contra o actual ministro da Educação, na sequência dos casos denunciados, Mário Nogueira disse que o Sindicato foi informado pelo Ministério Público de que o processo transitou para Lisboa, área da residência do governante.
«Com os seis novos casos que nos foram apresentados através da Linha Verde pela Transparência, que criámos há um mês, são 20 as situações de alegados favorecimentos na colocação de professores detectadas», disse aos jornalistas o coordenador do SPRC, Mário Nogueira.
As situações denunciadas, afirmou o sindicalista, envolvem decisões de direcções regionais de educação (a maioria na região Centro), da Direcção-Geral da Administração Educativa ou, em outros casos ainda, do secretário de Estado da Administração Educativa.
Questionado sobre a queixa-crime que recentemente o SPRC apresentou contra o actual ministro da Educação, na sequência dos casos denunciados, Mário Nogueira disse que o Sindicato foi informado pelo Ministério Público de que o processo transitou para Lisboa, área da residência do governante.