Orçamento esgotado
O orçamento do Hospital de Santa Maria para 2004 esgotou-se, apesar de ainda não ter terminado sequer o primeiro trimestre do ano. Esta situação está a ser denunciada pela célula do PCP, que iniciou ontem a distribuição aos trabalhadores do hospital de um folheto relativo ao assunto.
Os comunistas consideram que foi a «drástica redução de dotação orçamental» que conduziu a esta situação «bizarra» e acusam o Ministério da Saúde de ter avançado com os cortes, apesar dos muitos alertas do anterior Conselho de Administração do Hospital de Santa Maria. A célula comunista exige o reforço orçamental do hospital, «que deve ter uma gestão racional de democrática» para que se possa ultrapassar esta grave situação.
Para o PCP, a redução orçamental «ameaça criar graves dificuldades ao normal funcionamento» da instituição hospitalar, com reflexos na própria assistência aos doentes. «Já se identificam pontos de rotura de “stocks” em alguns serviços relativamente a produtos consumíveis essenciais, como seringas ou até o simples adesivo», denuncia a célula comunista, que realça o facto de estarem também por saldar pagamentos a fornecedores externos, trabalhos e serviços já prestados há muito.
Os comunistas acusam o Governo de, «em época de privatização», degradar a imagem do Serviço Nacional de Saúde. E questionam: «com que objectivos?»
Os comunistas consideram que foi a «drástica redução de dotação orçamental» que conduziu a esta situação «bizarra» e acusam o Ministério da Saúde de ter avançado com os cortes, apesar dos muitos alertas do anterior Conselho de Administração do Hospital de Santa Maria. A célula comunista exige o reforço orçamental do hospital, «que deve ter uma gestão racional de democrática» para que se possa ultrapassar esta grave situação.
Para o PCP, a redução orçamental «ameaça criar graves dificuldades ao normal funcionamento» da instituição hospitalar, com reflexos na própria assistência aos doentes. «Já se identificam pontos de rotura de “stocks” em alguns serviços relativamente a produtos consumíveis essenciais, como seringas ou até o simples adesivo», denuncia a célula comunista, que realça o facto de estarem também por saldar pagamentos a fornecedores externos, trabalhos e serviços já prestados há muito.
Os comunistas acusam o Governo de, «em época de privatização», degradar a imagem do Serviço Nacional de Saúde. E questionam: «com que objectivos?»