PCP alerta para a degradação social
A Comissão Concelhia de Setúbal do PCP analisou, na passada segunda-feira a situação social e política do Concelho. Deveras preocupante foi considerada a taxa de desemprego que já se situa nos 12% e não pára de evoluir acentuando-se mais nas mulheres e jovens e onde um terço dos desempregados são de longa duração.
Sem resposta continua o Caderno Reivindicativo dos trabalhadores dos estaleiros da Lisnave, na Mitrena, enquanto a administração aumenta o numero de empreiteiros no estaleiro, promovendo mais vínculos precários, pondo em causa a segurança no trabalho.
A direcção comunista de Setúbal considera também preocupante a intenção de encerrar antecipadamente a Gestenave, pondo em causa cerca de 800 postos de trabalho.
Alertaram ainda para a situação na SECIL, onde a contratação colectiva continua bloqueada, na Portucel, onde o Governo mantém a intenção de privatizar, na Torralta, onde a administração pressiona os trabalhadores para que vendam o seu posto de trabalho, ao mesmo tempo que tentam destruir o Acordo de Empresa. Em dificuldades está também o sector ferroviário cujos trabalhadores realizaram ontem uma greve de 24horas.
A empresarialização do hospital de São Bernardo, com o agravamento das condições de funcionamento e de assistência aos doentes, as dificuldades acrescidas para professores e estudantes, com a anunciada reforma do ensino, a que os estudantes darão resposta com um dia de protesto no próximo dia 7 de Maio, foram outras das preocupações referidas e analisadas pela Comissão Concelhia de Setúbal.
Sem resposta continua o Caderno Reivindicativo dos trabalhadores dos estaleiros da Lisnave, na Mitrena, enquanto a administração aumenta o numero de empreiteiros no estaleiro, promovendo mais vínculos precários, pondo em causa a segurança no trabalho.
A direcção comunista de Setúbal considera também preocupante a intenção de encerrar antecipadamente a Gestenave, pondo em causa cerca de 800 postos de trabalho.
Alertaram ainda para a situação na SECIL, onde a contratação colectiva continua bloqueada, na Portucel, onde o Governo mantém a intenção de privatizar, na Torralta, onde a administração pressiona os trabalhadores para que vendam o seu posto de trabalho, ao mesmo tempo que tentam destruir o Acordo de Empresa. Em dificuldades está também o sector ferroviário cujos trabalhadores realizaram ontem uma greve de 24horas.
A empresarialização do hospital de São Bernardo, com o agravamento das condições de funcionamento e de assistência aos doentes, as dificuldades acrescidas para professores e estudantes, com a anunciada reforma do ensino, a que os estudantes darão resposta com um dia de protesto no próximo dia 7 de Maio, foram outras das preocupações referidas e analisadas pela Comissão Concelhia de Setúbal.