Protesto em Portalegre

Em defesa da saúde

Centenas de pessoas manifestaram-se, sábado, em Portalegre contra a redução do horário de funcionamento do Centro de Saúde de Avis.

Avis exige, também, a reabertura do internamento

«A saúde é um direito, não é um negócio», foi um dos slogans que mais se ouviu durante a manifestação, iniciada na Praça da República, junto ao Governo Civil de Portalegre, e que depois percorreu várias ruas da cidade, terminando na zona do Rossio.
O horário do Centro de Saúde de Avis, distrito de Portalegre, foi reduzido em uma hora por dia, em meados de Janeiro, passando este a abrir às 8.00 horas e a encerrar às 20.00 horas, quando anteriormente o período de funcionamento era das 9.00 às 22.00 horas.
Em declarações à comunicação social, o presidente da Câmara Municipal de Avis, Manuel Coelho, que também integrou a manifestação, considerou que «o problema não é difícil de resolver, é preciso é que haja vontade para isso».
«Nós viemos a Portalegre para exigir a reposição de direitos em matérias de saúde, que nos últimos anos têm sido retirados à população do concelho de Avis», disse o autarca do PCP.
Além de contestar a redução do horário de funcionamento do centro de saúde, a população de Avis exige o seu alargamento e a reabertura do internamento. «Este não é um problema só de Avis é de todo o distrito de Portalegre», salientou Manuel Coelho.
Este município tem actualmente cerca de 5200 habitantes, maioritariamente idosos e distribuídos por oito freguesias. Se necessitar de assistência médica fora do horário de funcionamento do centro de saúde, a população é obrigada a percorrer 25 quilómetros para recorrer ao Centro de Saúde de Ponte Sor, ou 60 quilómetros se optar pelo hospital de Portalegre.


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