Ilhas sob suspeita
Na sequência das investigações da Polícia Judiciária em torno da alegada rede de pedofilia nos Açores, o Tribunal de Ponta Delgada interrogou, sexta-feira, doze indivíduos suspeitos de estarem envolvidos em actos de abuso sexual de menores.
Oito dos doze indivíduos agora detidos ficaram em prisão preventiva, não se sabendo no entanto quais os crimes de que são alegadamente co-responsáveis.
Entre os arguidos, todos residentes no concelho de Lagoa, contam-se empresários do ramo automóvel e da construção civil, um funcionário da CGD e o ex-delegado de saúde de Lagoa e presidente da Assembleia Municipal daquela autarquia.
Posteriormente a estas detenções, a associação «Inocência em Perigo» anunciou, domingo, que fará deslocar uma delegação das Nações Unidas à Madeira para investigar denúncias da existência de redes de pedofilia e exploração sexual de menores.
Segundo uma representante da associação, está a ser elaborado um dossier contendo informações que serão entregues aos emissários da ONU, a par do que já terá sido feito junto da PJ do Funchal.
A mesma fonte revelou que tem sido alvo de ameaças sempre que se refere a práticas pedófilas naquela ilha atlântica, facto que não a demove de participar, no próximo dia 28, numa conferência no Parlamento Europeu sobre a temática.
Oito dos doze indivíduos agora detidos ficaram em prisão preventiva, não se sabendo no entanto quais os crimes de que são alegadamente co-responsáveis.
Entre os arguidos, todos residentes no concelho de Lagoa, contam-se empresários do ramo automóvel e da construção civil, um funcionário da CGD e o ex-delegado de saúde de Lagoa e presidente da Assembleia Municipal daquela autarquia.
Posteriormente a estas detenções, a associação «Inocência em Perigo» anunciou, domingo, que fará deslocar uma delegação das Nações Unidas à Madeira para investigar denúncias da existência de redes de pedofilia e exploração sexual de menores.
Segundo uma representante da associação, está a ser elaborado um dossier contendo informações que serão entregues aos emissários da ONU, a par do que já terá sido feito junto da PJ do Funchal.
A mesma fonte revelou que tem sido alvo de ameaças sempre que se refere a práticas pedófilas naquela ilha atlântica, facto que não a demove de participar, no próximo dia 28, numa conferência no Parlamento Europeu sobre a temática.