«Vacas loucas» ameaçam EUA
Depois do surto de BSE que afectou a produção e consumo de carne bovina em diversos países da Europa ocidental, a doença vulgarmente conhecida como das «vacas loucas» ameaça agora os Estados Unidos da América.
O anúncio público do primeiro caso registado do outro lado do Atlântico, detectado na passada semana num rancho do Estado de Washington, provocou o pânico na população, atitude contrastante com a das autoridades norte-americanas que procuram desdramatizar a situação.
Para além dos comprovados perigos para a saúde pública provenientes do consumo de carne infectada com encefalopatia espongiforme bovina, que em Inglaterra e França já provocou a morte a cerca de centena e meia de pessoas, estão em causa mais de 97 milhões de cabeças de gado americanas e um volume de negócios que, todos os anos, rende aos cofres dos EUA cerca de 2,41 mil milhões de euros só em exportações.
Países como o Japão, responsável por 32 por cento das exportações, Brasil, México e Austrália juntaram-se a uma dezena de outras nações e embargaram o comércio de carne americana, ameaçando manter a medida até que sejam asseguradas condições de consumo por parte das autoridades internacionais.
Outra das áreas de negócios afectadas é a das cadeias internacionais de comida rápida Mc’Donalds e Buffalo Grill, cuja cotação das acções desceu drasticamente nas principais praças do mercado bolsista.
As previsões apontam ainda para a queda progressiva do valor das acções das empresas ligadas à produção e distribuição de carne bovina americana, cujo primeiro sinal foi já dado pelo decréscimo do volume de negócios na bolsa de Chicago, a maior do mundo no que diz respeito a comércio grossista de produtos alimentares.
O anúncio público do primeiro caso registado do outro lado do Atlântico, detectado na passada semana num rancho do Estado de Washington, provocou o pânico na população, atitude contrastante com a das autoridades norte-americanas que procuram desdramatizar a situação.
Para além dos comprovados perigos para a saúde pública provenientes do consumo de carne infectada com encefalopatia espongiforme bovina, que em Inglaterra e França já provocou a morte a cerca de centena e meia de pessoas, estão em causa mais de 97 milhões de cabeças de gado americanas e um volume de negócios que, todos os anos, rende aos cofres dos EUA cerca de 2,41 mil milhões de euros só em exportações.
Países como o Japão, responsável por 32 por cento das exportações, Brasil, México e Austrália juntaram-se a uma dezena de outras nações e embargaram o comércio de carne americana, ameaçando manter a medida até que sejam asseguradas condições de consumo por parte das autoridades internacionais.
Outra das áreas de negócios afectadas é a das cadeias internacionais de comida rápida Mc’Donalds e Buffalo Grill, cuja cotação das acções desceu drasticamente nas principais praças do mercado bolsista.
As previsões apontam ainda para a queda progressiva do valor das acções das empresas ligadas à produção e distribuição de carne bovina americana, cujo primeiro sinal foi já dado pelo decréscimo do volume de negócios na bolsa de Chicago, a maior do mundo no que diz respeito a comércio grossista de produtos alimentares.