Terramoto «sacode» Irão
Um violento terremoto de 6,3 graus na escala de Richter destruiu mais de 85 por cento da cidade de Bam, no sul do Irão, deixando completamente arrasada uma metrópole que se distinguia pelas construções seculares de barro, pedras e palha, classificada pela UNESCO como património da humanidade.
O sismo, que registou o abalo mais forte na madrugada de sexta-feira ao qual se seguiram diversas réplicas que chegaram aos 5,3 graus na escala de Richter, deixou desalojada toda a população de Bam e provocou mais de 25 mil vítimas mortais e pelo menos 50 mil feridos, números avançados provisoriamente pelos operacionais no terreno.
O governo do Irão apelou de imediato à ajuda internacional e diversas equipas provenientes de duas dezenas de países, entre os quais Portugal, deslocaram-se para a região a fim de participarem nas operações de resgate e salvamento.
Entretanto a ONU anunciou a intenção de dar por concluídas as operações de busca de sobreviventes entre os escombros, hipótese prontamente rejeitada pelo governo de Teerão, que pretende estendê-las até ao final do ano, o que até agora se tem revelado acertado a julgar pelo número de vidas retiradas de baixo das toneladas de terra.
As Nações Unidas justificaram tal posição devido às dificuldades de coordenação de meios existentes no teatro da tragédia, preferindo dar prioridade à concentração de meios e esforços no alojamento e alimentação dos sobreviventes, no tratamento dos feridos e no sepultamento dos cadáveres, que ameaçam espalhar epidemias como a cólera e a difteria.
O sismo, que registou o abalo mais forte na madrugada de sexta-feira ao qual se seguiram diversas réplicas que chegaram aos 5,3 graus na escala de Richter, deixou desalojada toda a população de Bam e provocou mais de 25 mil vítimas mortais e pelo menos 50 mil feridos, números avançados provisoriamente pelos operacionais no terreno.
O governo do Irão apelou de imediato à ajuda internacional e diversas equipas provenientes de duas dezenas de países, entre os quais Portugal, deslocaram-se para a região a fim de participarem nas operações de resgate e salvamento.
Entretanto a ONU anunciou a intenção de dar por concluídas as operações de busca de sobreviventes entre os escombros, hipótese prontamente rejeitada pelo governo de Teerão, que pretende estendê-las até ao final do ano, o que até agora se tem revelado acertado a julgar pelo número de vidas retiradas de baixo das toneladas de terra.
As Nações Unidas justificaram tal posição devido às dificuldades de coordenação de meios existentes no teatro da tragédia, preferindo dar prioridade à concentração de meios e esforços no alojamento e alimentação dos sobreviventes, no tratamento dos feridos e no sepultamento dos cadáveres, que ameaçam espalhar epidemias como a cólera e a difteria.