Utentes contra portagens
O Movimento dos Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) manifestou o seu desacordo em relação à proposta de aumento das portagens em 3,3 por cento a partir do mês de Janeiro do próximo ano e apelou ao protesto generalizado por parte da população.
Em nota enviada à comunicação social, na passada sexta-feira, a Comissão Dinamizadora do MUSP considerou que estes aumentos visam, sobretudo, fazer recair indiscriminadamente sobre os utentes os custos de conservação e manutenção das estradas exploradas pela Brisa.
No mesmo documento, o MUSP esclarece ainda que «a relação dos salários com o valor pago por quilómetro percorrido nas auto-estradas de Portugal é a mais elevada a nível europeu», factor agravado pelo já propalado aumento dos impostos sobre os rendimentos mais baixos.
O movimento está já a equacionar diversas formas de luta contra os aumentos antes mesmo que o Governo aprove a proposta da empresa, o primeiro dos quais poderá ser o envio de um apelo por escrito a pressionar Durão Barroso para chumbar a pretensão da Brisa.
Em nota enviada à comunicação social, na passada sexta-feira, a Comissão Dinamizadora do MUSP considerou que estes aumentos visam, sobretudo, fazer recair indiscriminadamente sobre os utentes os custos de conservação e manutenção das estradas exploradas pela Brisa.
No mesmo documento, o MUSP esclarece ainda que «a relação dos salários com o valor pago por quilómetro percorrido nas auto-estradas de Portugal é a mais elevada a nível europeu», factor agravado pelo já propalado aumento dos impostos sobre os rendimentos mais baixos.
O movimento está já a equacionar diversas formas de luta contra os aumentos antes mesmo que o Governo aprove a proposta da empresa, o primeiro dos quais poderá ser o envio de um apelo por escrito a pressionar Durão Barroso para chumbar a pretensão da Brisa.