Maternidade em causa
O Conselho Regional do Norte da Ordem dos Médicos alertou, sexta-feira, para a falta de «condições técnicas» do serviço de Obstetrícia do Centro Hospitalar do Alto Minho (CHAM), revelando que irá solicitar à tutela o encerramento daquela valência até que seja resolvida a situação.
Segundo declarações do presidente daquela estrutura, o mínimo de três profissionais para o correcto funcionamento do serviço «só se verifica um dia por semana».
«Nos outros dias, a assistência às parturientes é posta em causa, com todos os riscos que daí podem advir», continuou Miguel Leão, sublinhando ainda que o serviço vai funcionando «porque tem havido uma grande ginástica, mas agora a situação tornou-se insustentável».
Quando a afluência de parturientes provoca a ruptura dos serviços, especialmente ao fim-de-semana e nos períodos nocturnos, os médicos vêm-se obrigados a transferi-las para a maternidade Júlio Dinis, no Porto, deslocação que demora no mínimo uma hora.
Na base do problema está a incapacidade da administração hospitalar em resolver o diferendo que mantém com dois dos obstetras, de greve às horas extraordinárias em protesto pelo pagamento dos montantes em falta. Quanto aos restantes profissionais, com mais de 50 anos idade, não são obrigados a fazer urgências ou a faze-las à noite, explicou Miguel Leão.
Segundo declarações do presidente daquela estrutura, o mínimo de três profissionais para o correcto funcionamento do serviço «só se verifica um dia por semana».
«Nos outros dias, a assistência às parturientes é posta em causa, com todos os riscos que daí podem advir», continuou Miguel Leão, sublinhando ainda que o serviço vai funcionando «porque tem havido uma grande ginástica, mas agora a situação tornou-se insustentável».
Quando a afluência de parturientes provoca a ruptura dos serviços, especialmente ao fim-de-semana e nos períodos nocturnos, os médicos vêm-se obrigados a transferi-las para a maternidade Júlio Dinis, no Porto, deslocação que demora no mínimo uma hora.
Na base do problema está a incapacidade da administração hospitalar em resolver o diferendo que mantém com dois dos obstetras, de greve às horas extraordinárias em protesto pelo pagamento dos montantes em falta. Quanto aos restantes profissionais, com mais de 50 anos idade, não são obrigados a fazer urgências ou a faze-las à noite, explicou Miguel Leão.