Pilotos contra-atacam
Segundo dados revelados pela rádio pública de Israel, 27 pilotos da força aérea israelita recusam-se a continuar a executar missões contra os territórios ocupados palestinianos.
No documento, entregue ao comandante da unidade em forma de petição, e revelado em carta aberta na quarta-feira, os pilotos afirmam que não irão mais «obedecer a ordens ilegais e imorais» que constantemente os fazem «tomar parte em ataques aéreos contra centros de população civil».
Às razões apresentadas acrescentam ainda os signatários o facto de tais práticas servirem apenas para «a continuação da ocupação» que «põe em perigo a segurança do estado de Israel, assim como a sua fibra moral».
O governo de Ariel Sharon reagiu violentamente à declaração, mandando suspender a actividade de 20 dos militares contestatários e o afastamento e proibição de voar dos restantes sete.
O facto, apesar de chocante no quadro da sociedade israelita, não é novo e ganha cada vez mais adeptos. Recorde-se que, em Janeiro do ano passado, 52 oficiais e soldados do exército assumiram idêntica posição, tendo declarado na altura que não participariam em acções de combate «com o objectivo de oprimir, expulsar, esfaimar e humilhar um povo.»
No documento, entregue ao comandante da unidade em forma de petição, e revelado em carta aberta na quarta-feira, os pilotos afirmam que não irão mais «obedecer a ordens ilegais e imorais» que constantemente os fazem «tomar parte em ataques aéreos contra centros de população civil».
Às razões apresentadas acrescentam ainda os signatários o facto de tais práticas servirem apenas para «a continuação da ocupação» que «põe em perigo a segurança do estado de Israel, assim como a sua fibra moral».
O governo de Ariel Sharon reagiu violentamente à declaração, mandando suspender a actividade de 20 dos militares contestatários e o afastamento e proibição de voar dos restantes sete.
O facto, apesar de chocante no quadro da sociedade israelita, não é novo e ganha cada vez mais adeptos. Recorde-se que, em Janeiro do ano passado, 52 oficiais e soldados do exército assumiram idêntica posição, tendo declarado na altura que não participariam em acções de combate «com o objectivo de oprimir, expulsar, esfaimar e humilhar um povo.»