Tráfico de animais selvagens
A Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente (CPADA) exigiu, sexta-feira, em comunicado, a punição de «todos os responsáveis do Instituto de Conservação da Natureza (ICN) pela ordem de apreensão dos animais sem a presença de um médico veterinário e pessoas qualificadas para a acção em vista», na sequência das imagens transmitidas pela RTP, no programa «Planeta Azul», referentes a uma reportagem sobre tráfico de animais selvagens.
Em causa está uma operação de resgate de felinos na Região Autónoma dos Açores, na qual acabaram por morrer um tigre e duas leoas devido à deficiente administração dos anestésicos por parte da equipa do ICN, pelo que a CPADA manifestou a sua «revolta perante a incompetência demonstrada».
Aquele estrutura associativa pretende ainda averiguar «se actuação do ICN foi também devido à falta de recursos e pessoal qualificado, situação em que a responsabilidade deve recair sobre o Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente», considerando que «houve uma clara violação das normas regulamentares para a captura de animais».
A carência de meios adequados nas alfândegas, a de falta fiscalização e a ausência de parques zoológicos equipados e vocacionados para o efeito, fazem de Portugal um importante entreposto no comércio ilegal de espécies protegidas, facto que leva a Confederação a exigir às autoridades «uma investigação aprofundada sobre os indícios de ilegalidades observadas na reportagem da RTP».
Em causa está uma operação de resgate de felinos na Região Autónoma dos Açores, na qual acabaram por morrer um tigre e duas leoas devido à deficiente administração dos anestésicos por parte da equipa do ICN, pelo que a CPADA manifestou a sua «revolta perante a incompetência demonstrada».
Aquele estrutura associativa pretende ainda averiguar «se actuação do ICN foi também devido à falta de recursos e pessoal qualificado, situação em que a responsabilidade deve recair sobre o Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente», considerando que «houve uma clara violação das normas regulamentares para a captura de animais».
A carência de meios adequados nas alfândegas, a de falta fiscalização e a ausência de parques zoológicos equipados e vocacionados para o efeito, fazem de Portugal um importante entreposto no comércio ilegal de espécies protegidas, facto que leva a Confederação a exigir às autoridades «uma investigação aprofundada sobre os indícios de ilegalidades observadas na reportagem da RTP».