Marchar contra a pedofilia
Milhares de pessoas vestidas de branco desfilaram, no sábado passado, em defesa dos direitos das crianças e contra os abusos sexuais de menores.
A Marcha branca contra a pedofilia decorreu simultaneamente em quatro cidades portuguesas, Lisboa, Porto, Braga e Portimão, e em outros dois países da Europa igualmente mergulhados em escândalos de pedofilia, a Suíça e a Bélgica.
Na capital a manifestação concentrou-se na praça D. Pedro IV e subiu a Avenida da Liberdade em direcção ao parque Eduardo VII.
Inicialmente prevista como uma marcha silenciosa, os muitos milhares de pessoas não contiveram a revolta e gritaram palavras de indignação como «justiça, justiça».
Catalina Pestana, actual provedora da Casa Pia, sublinhou que, apesar de se ter apontado para um protesto mudo, «o silêncio pesa, corroí, destroí e aniquila» e que ficou provado que «se alguma vez precisarmos de voltar a sair à rua, cada um trará um amigo também».
No Porto, em Braga e Portimão o cenário repetiu-se, e milhares de pessoas expressaram-se em favor do cumprimento dos direitos das crianças e contra os maus tratos a que tantas vezes estão sujeitas, num grito colectivo que, vestido de branco, repudia o negro quadro dos abusos sexuais a menores.
A Marcha branca contra a pedofilia decorreu simultaneamente em quatro cidades portuguesas, Lisboa, Porto, Braga e Portimão, e em outros dois países da Europa igualmente mergulhados em escândalos de pedofilia, a Suíça e a Bélgica.
Na capital a manifestação concentrou-se na praça D. Pedro IV e subiu a Avenida da Liberdade em direcção ao parque Eduardo VII.
Inicialmente prevista como uma marcha silenciosa, os muitos milhares de pessoas não contiveram a revolta e gritaram palavras de indignação como «justiça, justiça».
Catalina Pestana, actual provedora da Casa Pia, sublinhou que, apesar de se ter apontado para um protesto mudo, «o silêncio pesa, corroí, destroí e aniquila» e que ficou provado que «se alguma vez precisarmos de voltar a sair à rua, cada um trará um amigo também».
No Porto, em Braga e Portimão o cenário repetiu-se, e milhares de pessoas expressaram-se em favor do cumprimento dos direitos das crianças e contra os maus tratos a que tantas vezes estão sujeitas, num grito colectivo que, vestido de branco, repudia o negro quadro dos abusos sexuais a menores.