Neruda, 30 anos depois
Passadas três décadas da morte do poeta e revolucionário Pablo Neruda, o povo chileno não esquece um dos maiores combatentes pela liberdade, que ao longo de 69 anos fez da palavra e de metáfora uma arma contra a exploração.
Inúmeras iniciativas assinalam a efeméride, entre as quais se conta uma homenagem solene na casa-museu Pablo Neruda, na ilha Negra, com a presença do presidente do país, Ricardo Lagos, e de muitas personalidades da cultura latino-americana.
Também em Valparaíso e em Santiago, capital do Chile, poetas chilenos realizam uma sessão de poesia e música em memória do Nobel da Literatura.
Pablo Neruda morreu a 23 de Setembro de 1973, doze dias após o golpe militar que destituiu o governo popular de Salvador Allende. O funeral, estritamente vigiado pelo regime fascista, marcou o primeiro acto de resistência do povo chileno à sanguinária ditadura do general Pinochet.
Inúmeras iniciativas assinalam a efeméride, entre as quais se conta uma homenagem solene na casa-museu Pablo Neruda, na ilha Negra, com a presença do presidente do país, Ricardo Lagos, e de muitas personalidades da cultura latino-americana.
Também em Valparaíso e em Santiago, capital do Chile, poetas chilenos realizam uma sessão de poesia e música em memória do Nobel da Literatura.
Pablo Neruda morreu a 23 de Setembro de 1973, doze dias após o golpe militar que destituiu o governo popular de Salvador Allende. O funeral, estritamente vigiado pelo regime fascista, marcou o primeiro acto de resistência do povo chileno à sanguinária ditadura do general Pinochet.