Interior do Porto é discriminado
O PCP acusa o «poder político» de discriminar e não investir no interior do distrito do Porto. Esta foi a principal conclusão do Mandato Aberto ao concelho de Felgueiras, realizado pela Direcção da sub-região do Vale do Sousa e Baixo Tâmega, que contou com a presença do deputado eleito pelo distrito do Porto, Honório Novo.
Nas várias visitas realizadas, essa discriminação foi diversas vezes constatada, acusa o PCP. Na área das infra-estruturas, nota-se um grande atraso na rede de saneamento básico, que cobre apenas 15 por cento da população do concelho, denunciam os comunistas.
Na área da Saúde, apesar de melhorias recentes ao nível das infra-estruturas, os recursos humanos continuam a ser insuficientes, tendo aumentado o número de pessoas sem médico de família, sendo já mais de 20 mil os que estão nesta situação, ou seja, mais de um terço da população de Felgueiras.
Do ponto de vista do emprego, o PCP destaca o sector do calçado, que ocupa cerca de 15 mil trabalhadores no concelho. Este sector, afirma o PCP, enfrenta problemas com a economia subterrânea e a existência de empresas subcontratadas, na área do corte e costura, a que muitas outras recorrem com regularidade. Os comunistas consideram fundamental um maior investimento na formação e qualificação destes trabalhadores, bem como no aumento dos salários reais, para a fixação dos jovens e para o desenvolvimento do sector.
Como é objectivo da campanha do PCP «Mil localidades: participação e desenvolvimento», das iniciativas realizadas saem propostas ou requerimentos parlamentares. Este caso não será excepção. Honório Novo deixou o compromisso de, no início do novo ano parlamentar, e com base no conhecimento concreto obtido na visita, apresentar na Assembleia da República propostas tendentes à resolução dos problemas observados no concelho de Felgueiras.
Nas várias visitas realizadas, essa discriminação foi diversas vezes constatada, acusa o PCP. Na área das infra-estruturas, nota-se um grande atraso na rede de saneamento básico, que cobre apenas 15 por cento da população do concelho, denunciam os comunistas.
Na área da Saúde, apesar de melhorias recentes ao nível das infra-estruturas, os recursos humanos continuam a ser insuficientes, tendo aumentado o número de pessoas sem médico de família, sendo já mais de 20 mil os que estão nesta situação, ou seja, mais de um terço da população de Felgueiras.
Do ponto de vista do emprego, o PCP destaca o sector do calçado, que ocupa cerca de 15 mil trabalhadores no concelho. Este sector, afirma o PCP, enfrenta problemas com a economia subterrânea e a existência de empresas subcontratadas, na área do corte e costura, a que muitas outras recorrem com regularidade. Os comunistas consideram fundamental um maior investimento na formação e qualificação destes trabalhadores, bem como no aumento dos salários reais, para a fixação dos jovens e para o desenvolvimento do sector.
Como é objectivo da campanha do PCP «Mil localidades: participação e desenvolvimento», das iniciativas realizadas saem propostas ou requerimentos parlamentares. Este caso não será excepção. Honório Novo deixou o compromisso de, no início do novo ano parlamentar, e com base no conhecimento concreto obtido na visita, apresentar na Assembleia da República propostas tendentes à resolução dos problemas observados no concelho de Felgueiras.