Imigrantes reforçam população da UE
Em Janeiro de 2003, a União Europeia contava 379 milhões de habitantes, registando um aumento de 0,3 por cento (1, 3 milhões de pessoas) em relação a 2001. Contudo, três quartos deste crescimento (um milhão) deveram-se ao movimento migratório e apenas o restante ao crescimento natural.
Todos os 15 estados-membros registaram um aumento populacional, destacando-se entre os mais importantes a Irlanda (+15,2 por mil) et o Luxemburgo (+9,5 por mil). Crescimentos menos significativos observaram-se na Alemanha e na Itália (respectivamente com +1,2 por mil e +1,4 por mil).
Portugal, neste período, cresceu ao ritmo anual de 0,8 por mil, atingindo 10 413 700 pessoas, mais 78 mil do que em 2001, sendo que destas apenas oito mil resultaram do crescimento natural da população. As restantes 70 mil são imigrantes que vieram para o nosso país.
Em seis dos dez futuros membros da UE, verificou-se uma diminuição populacional, como relevo para a Letónia e (-6,1 por mil) e para a Hungria (-2,2 por mil). Em contrapartida a população aumentou no Chipre, (+14,5 por mil), em Malta (+6,7 por mil) et na Eslovénia (+0,5 por mil). Assinale-se ainda que a Federação Russa assistiu a um acentuado retrocesso demográfico, com um saldo negativo de 934 mil pessoas, entre o número de óbitos e o de nascimentos.
O país mais populoso do mundo continua a ser a China, com 1283 milhões de habitantes, seguido pela Índia, com 1042 milhões de habitantes. Os Estados Unidos, que registaram um crescimento populacional de 0,9 por mil, dos quais dois terços resultaram do crescimento natural, contam agora com 289 milhões de habitantes.
A esperança de vida média na União Europeia era, em 2002, de 81,6 anos para as mulheres (em 1980 era de 77,2 anos) e de 75,7 anos para os homens (contra 70,5 anos em 1980).
A taxa média de fertilidade manteve-se estável nos países da UE com 1,47 crianças por mulher, mas observa-se uma clara tendência de decréscimo do número de casamentos. Em 2001, registaram-se 2,2 milhões de casamentos na UE, contra apenas 1,8 milhões em 2003, uma redução de 19 por cento. Por seu turno, o número de divórcios aumentou 42 por cento, em relação a 2001, realizando-se um total de 712 mil separações legais.
A mortalidade infantil continua a diminuir na UE, passando de 4,7 mortes por mil nascimentos em 2001, para 4,5 em 2002.
Todos os 15 estados-membros registaram um aumento populacional, destacando-se entre os mais importantes a Irlanda (+15,2 por mil) et o Luxemburgo (+9,5 por mil). Crescimentos menos significativos observaram-se na Alemanha e na Itália (respectivamente com +1,2 por mil e +1,4 por mil).
Portugal, neste período, cresceu ao ritmo anual de 0,8 por mil, atingindo 10 413 700 pessoas, mais 78 mil do que em 2001, sendo que destas apenas oito mil resultaram do crescimento natural da população. As restantes 70 mil são imigrantes que vieram para o nosso país.
Em seis dos dez futuros membros da UE, verificou-se uma diminuição populacional, como relevo para a Letónia e (-6,1 por mil) e para a Hungria (-2,2 por mil). Em contrapartida a população aumentou no Chipre, (+14,5 por mil), em Malta (+6,7 por mil) et na Eslovénia (+0,5 por mil). Assinale-se ainda que a Federação Russa assistiu a um acentuado retrocesso demográfico, com um saldo negativo de 934 mil pessoas, entre o número de óbitos e o de nascimentos.
O país mais populoso do mundo continua a ser a China, com 1283 milhões de habitantes, seguido pela Índia, com 1042 milhões de habitantes. Os Estados Unidos, que registaram um crescimento populacional de 0,9 por mil, dos quais dois terços resultaram do crescimento natural, contam agora com 289 milhões de habitantes.
A esperança de vida média na União Europeia era, em 2002, de 81,6 anos para as mulheres (em 1980 era de 77,2 anos) e de 75,7 anos para os homens (contra 70,5 anos em 1980).
A taxa média de fertilidade manteve-se estável nos países da UE com 1,47 crianças por mulher, mas observa-se uma clara tendência de decréscimo do número de casamentos. Em 2001, registaram-se 2,2 milhões de casamentos na UE, contra apenas 1,8 milhões em 2003, uma redução de 19 por cento. Por seu turno, o número de divórcios aumentou 42 por cento, em relação a 2001, realizando-se um total de 712 mil separações legais.
A mortalidade infantil continua a diminuir na UE, passando de 4,7 mortes por mil nascimentos em 2001, para 4,5 em 2002.