Sem capacidade de resposta
A Associação de Cidadãos Automobilizados (ACA-M) acusou, na passada semana, a Câmara Municipal de Lisboa e o Instituto de Estradas de Portugal (IEP) de falta de capacidade de resposta em relação à eliminação de «pontos negros» do trânsito.
Ao apresentar em conferência de imprensa um balanço da sua campanha «Vamos acabar com os pontos negros», lançada há quatro meses, a associação acusou aquelas duas entidades de serem «dois monstros de burocracia e descoordenação» quando se trata de encontrar soluções para o problema.
Manuel João Ramos, da direcção da ACA-M, referiu que das mais de 1300 participações já recebidas de cidadãos a identificar locais perigosos na rede rodoviária nacional, cerca de metade referem-se ao distrito de Lisboa e um quarto ao concelho da capital.
Os restantes respeitam a estradas sob a jurisdição do IEP e referem-se a todo o tipo de vias, desde estradas regionais a nacionais e a auto-estradas.
Do total de denúncias dos cidadãos, recebidas pela Internet, menos de metade (600) já foram transformadas em requerimentos enviados à Administração Pública pela associação, sendo as principais razões de queixa rotundas e cruzamentos perigosos, falta de sinalização e de drenagem nas estradas, e existência de passadeiras de peões não sinalizadas.
E embora a resposta das autarquias e outros organismos às participações que a associação lhes encaminha seja «genericamente positiva», tanto a edilidade lisboeta como o IEP reagem de «modo defensivo e autista» através de «um silêncio arrogante», afirmou Manuel João Ramos.
As conclusões da campanha Pontos Negros vão ser conhecidas a 16 de Novembro, o «Dia da Memória», criado pela associação para lembrar as vítimas das estradas portuguesas.
Ao apresentar em conferência de imprensa um balanço da sua campanha «Vamos acabar com os pontos negros», lançada há quatro meses, a associação acusou aquelas duas entidades de serem «dois monstros de burocracia e descoordenação» quando se trata de encontrar soluções para o problema.
Manuel João Ramos, da direcção da ACA-M, referiu que das mais de 1300 participações já recebidas de cidadãos a identificar locais perigosos na rede rodoviária nacional, cerca de metade referem-se ao distrito de Lisboa e um quarto ao concelho da capital.
Os restantes respeitam a estradas sob a jurisdição do IEP e referem-se a todo o tipo de vias, desde estradas regionais a nacionais e a auto-estradas.
Do total de denúncias dos cidadãos, recebidas pela Internet, menos de metade (600) já foram transformadas em requerimentos enviados à Administração Pública pela associação, sendo as principais razões de queixa rotundas e cruzamentos perigosos, falta de sinalização e de drenagem nas estradas, e existência de passadeiras de peões não sinalizadas.
E embora a resposta das autarquias e outros organismos às participações que a associação lhes encaminha seja «genericamente positiva», tanto a edilidade lisboeta como o IEP reagem de «modo defensivo e autista» através de «um silêncio arrogante», afirmou Manuel João Ramos.
As conclusões da campanha Pontos Negros vão ser conhecidas a 16 de Novembro, o «Dia da Memória», criado pela associação para lembrar as vítimas das estradas portuguesas.