Capital da inclusão
A direcção do Estabelecimento Prisional de Coimbra (EPC) e os responsáveis do projecto Coimbra 2003 – Capital Nacional da Cultura assinaram, sexta-feira, um protocolo de cooperação para o desenvolvimento de actividades de teatro e música junto dos reclusos detidos naquela instituição.
O acordo prevê a apresentação de pelo menos dois espectáculos abertos ao público no EPC, em Novembro, um de teatro e outro de música, nos quais os detidos serão os principais protagonistas. Para tal estão a decorrer oficinas de trabalho nestas áreas com a participação de alunos da Escola de Guitarra, da Viola e do Fado de Coimbra e do Orfeão da Universidade, assim como do encenador Andrzej Kowalski.
A peça «Só entra se vier às fatias», titulo retirado do cartaz afixado à entrada das visitas avisando que os géneros alimentares só entram cortados às fatias, está a ser escrita por um grupo de cerca de vinte reclusos e procura contar as histórias partilhadas no interior da prisão, bem como outras que pautaram as vidas destes homens fora dos grossos muros que os separam da liberdade.
O acordo prevê a apresentação de pelo menos dois espectáculos abertos ao público no EPC, em Novembro, um de teatro e outro de música, nos quais os detidos serão os principais protagonistas. Para tal estão a decorrer oficinas de trabalho nestas áreas com a participação de alunos da Escola de Guitarra, da Viola e do Fado de Coimbra e do Orfeão da Universidade, assim como do encenador Andrzej Kowalski.
A peça «Só entra se vier às fatias», titulo retirado do cartaz afixado à entrada das visitas avisando que os géneros alimentares só entram cortados às fatias, está a ser escrita por um grupo de cerca de vinte reclusos e procura contar as histórias partilhadas no interior da prisão, bem como outras que pautaram as vidas destes homens fora dos grossos muros que os separam da liberdade.