Israel prossegue política de assassinatos
As forças israelitas voltaram esta semana a fazer incursões em Hebron, prendendo dezenas de palestinianos. A tensão, ao rubro desde o assassínio do dirigente do Hamas, Abdallah Kawasmeh, no passado sábado, voltou a subir, sendo de esperar retaliações.
A liquidação de Kawasmeh em Hebron, por unidades especiais israelitas, foi classificada por Colin Powell como «uma provocação que suscitará outra provocação». Já o primeiro-ministro israelita, Ariel Sharon, considerou a operação «um êxito», e a imprensa festejou-a como a eliminação do «inimigo nº 1» de Israel.
Falando na Jordânia, onde participa no fórum Económico Mundial, o secretário de Estado norte-americano lamentou o «incidente», dizendo que pode «constituir um obstáculo» à aplicação do «roteiro» para a paz, que na verdade ainda não passou do papel.
No domingo, mais quatro alegados militantes das Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa foram mortos na Faixa de Gaza por disparos de um blindado israelita.
A liquidação de Kawasmeh em Hebron, por unidades especiais israelitas, foi classificada por Colin Powell como «uma provocação que suscitará outra provocação». Já o primeiro-ministro israelita, Ariel Sharon, considerou a operação «um êxito», e a imprensa festejou-a como a eliminação do «inimigo nº 1» de Israel.
Falando na Jordânia, onde participa no fórum Económico Mundial, o secretário de Estado norte-americano lamentou o «incidente», dizendo que pode «constituir um obstáculo» à aplicação do «roteiro» para a paz, que na verdade ainda não passou do papel.
No domingo, mais quatro alegados militantes das Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa foram mortos na Faixa de Gaza por disparos de um blindado israelita.