Bélgica cede a Washington
As forças políticas que vão integrar o próximo governo belga decidiram, no domingo, rever a lei de «competência universal» que permite aos tribunais do país julgar os crimes de guerra, contra a humanidade e de genocídio independentemente do local onde tenham sido praticados. Por pressão dos EUA, que ameaçaram retirar de Bruxelas a sede da NATO, a lei deixa de se aplicar «às democracias» e passa a exigir que os queixosos sejam belgas ou residentes na Bélgica.
Recorda-se que, ao abrigo da legislação em causa, foram apresentadas várias queixas contra o presidente dos EUA, George W. Bush, e o primeiro–ministro britânico, Tony Blair, pelas suas responsabilidades na guerra contra o Iraque, entre outros, bem como contra o primeiro-ministro israelita, Ariel Sharon, pelo massacre de palestinianos.
Recorda-se que, ao abrigo da legislação em causa, foram apresentadas várias queixas contra o presidente dos EUA, George W. Bush, e o primeiro–ministro britânico, Tony Blair, pelas suas responsabilidades na guerra contra o Iraque, entre outros, bem como contra o primeiro-ministro israelita, Ariel Sharon, pelo massacre de palestinianos.