80 anos de sucesso
A Casa do Alentejo comemorou terça-feira o seu 80.º aniversário com a inauguração de uma exposição evocativa da sua história.
A área cultural sempre ocupou lugar de destaque na Casa do Alentejo
A exposição tem por objectivo mostrar todo o percurso da Casa do Alentejo e dar a conhecer ao público toda a sua história, as sua actividades e os seus espaços. Esta mostra inclui fotografias, entre as quais se podem ver as de Amália Rodrigues e Vasco Santana em festas ali realizadas, bem como documentos relacionadas com as actividades da Casa.
A exposição inclui ainda vários exemplares únicos de edições de revistas e almanaques relativos ao Alentejo, além de revistas e livros editados pela Casa do Alentejo.
A par da exposição, o programa das comemorações incluiu ainda um almoço e a participação do grupo musical «Os Alentejanos de Serpa» e o grupo coral feminino «As Alentejanas de S. Tiago» - Beja.
Fundada em 10 de Junho de 1923, a Casa do Alentejo, agora instalada no Palácio Alverca, na Rua das Portas de Santo Antão, em Lisboa, teve anteriormente duas outras sedes, ambas no Bairro Alto, e outra designação.
O Grémio Alentejano, como então era conhecido, foi fundado por José Francisco Ramos e Costa e teve a sua primeira sede na Rua da Atalaia, passando posteriormente para o local onde actualmente está instalado o Solar do Vinho do Porto, na Rua de S. Pedro de Alcântara, até que em 1932 passou para o palácio onde hoje funciona.
Construído nos finais do século XVII, o edifício onde hoje se encontra a Casa do Alentejo pertencia a uma família aristocrática - os Paes de Amaral (Viscondes de Alverca) -, de quem adoptou o nome de Palácio Paes de Amaral ou Palácio Alverca.
Em 1919 «nascia» no velho edifício o «Magestic Club», um dos primeiros casinos de Lisboa, até que em 1932 o edifício é arrendado ao Grémio Alentejano, posteriormente Casa do Alentejo.
Criada com o objectivo de apoiar os alentejanos residentes na capital e os que se encontravam de passagem, a Casa do Alentejo albergou no seu interior uma escola primária e um posto médico. A área cultural sempre ocupou lugar de destaque nas actividades da Caso do Alentejo, tendo sido desde a sua fundação palco de conferências, festas e exposição.
A exposição inclui ainda vários exemplares únicos de edições de revistas e almanaques relativos ao Alentejo, além de revistas e livros editados pela Casa do Alentejo.
A par da exposição, o programa das comemorações incluiu ainda um almoço e a participação do grupo musical «Os Alentejanos de Serpa» e o grupo coral feminino «As Alentejanas de S. Tiago» - Beja.
Fundada em 10 de Junho de 1923, a Casa do Alentejo, agora instalada no Palácio Alverca, na Rua das Portas de Santo Antão, em Lisboa, teve anteriormente duas outras sedes, ambas no Bairro Alto, e outra designação.
O Grémio Alentejano, como então era conhecido, foi fundado por José Francisco Ramos e Costa e teve a sua primeira sede na Rua da Atalaia, passando posteriormente para o local onde actualmente está instalado o Solar do Vinho do Porto, na Rua de S. Pedro de Alcântara, até que em 1932 passou para o palácio onde hoje funciona.
Construído nos finais do século XVII, o edifício onde hoje se encontra a Casa do Alentejo pertencia a uma família aristocrática - os Paes de Amaral (Viscondes de Alverca) -, de quem adoptou o nome de Palácio Paes de Amaral ou Palácio Alverca.
Em 1919 «nascia» no velho edifício o «Magestic Club», um dos primeiros casinos de Lisboa, até que em 1932 o edifício é arrendado ao Grémio Alentejano, posteriormente Casa do Alentejo.
Criada com o objectivo de apoiar os alentejanos residentes na capital e os que se encontravam de passagem, a Casa do Alentejo albergou no seu interior uma escola primária e um posto médico. A área cultural sempre ocupou lugar de destaque nas actividades da Caso do Alentejo, tendo sido desde a sua fundação palco de conferências, festas e exposição.