Concretizar orientações
Realizou-se, na passada sexta-feira, com a participação de António Lopes, membro da Comissão Política do Comité Central, a 9.ª Assembleia da Organização Concelhia de Viana do Castelo do PCP que apreciou o relatório de actividades apresentado pela Comissão Concelhia cessante. Coube a Serafim Brás, membro do Comité Central e responsável pela Direcção da Organização Regional de Viana do Castelo a apresentação do Projecto de Resolução Política, debatida pelos 61 militantes presentes na Assembleia.
Na Resolução, aprovada com três votos contra e 9 abstenções, são apontados alguns aspectos do novo quadro político na região, resultante da actuação do Governo PSD/CDS-PP, apontadas algumas das linhas de iniciativa e intervenção política no concelho e definidas as linhas e medidas a concretizar no plano de direcção e organização. Como linhas fundamentais da intervenção política dos comunistas do concelho, são referidas nomeadamente a defesa do estatuto de empresa pública e a viabilização dos Estaleiros navais, a oposição a um novo faseamento da privatização da Portucel/Viana, a defesa e manutenção de serviços públicos em Viana e o combate às ameaças de impor portagens no IC 1 (agora baptizado de A 28) e IP 9.
Cabe, agora, à nova Comissão Concelhia de Viana do Castelo, eleita com dois votos contra e oito abstenções, assegurar a concretização das orientações aprovadas.
A Comissão Concelhia eleita, agora constituída por 25 elementos, 12 dos quais integram-na pela primeira vez, inclui entre os seus membros destacados dirigentes sindicais, o coordenador da Comissão de Trabalhadores dos Estaleiros Navais, eleitos autárquicos e quadros das principais freguesias do concelho.
A encerrar os trabalhos, António Lopes, falou sobre a situação política nacional e internacional e a violenta ofensiva do Governo e dos partidos que o suportam - PSD e CDS/PP -, com medidas contra os trabalhadores e o povo português. A tentativa de ingerência na vida interna dos partidos e a pretensão de restringir o funcionamento dos partidos, nomeadamente o PCP, procurando impor-lhes regras e «um modelo único» de estatutos, foram outras questões abordadas por António Lopes.
Na Resolução, aprovada com três votos contra e 9 abstenções, são apontados alguns aspectos do novo quadro político na região, resultante da actuação do Governo PSD/CDS-PP, apontadas algumas das linhas de iniciativa e intervenção política no concelho e definidas as linhas e medidas a concretizar no plano de direcção e organização. Como linhas fundamentais da intervenção política dos comunistas do concelho, são referidas nomeadamente a defesa do estatuto de empresa pública e a viabilização dos Estaleiros navais, a oposição a um novo faseamento da privatização da Portucel/Viana, a defesa e manutenção de serviços públicos em Viana e o combate às ameaças de impor portagens no IC 1 (agora baptizado de A 28) e IP 9.
Cabe, agora, à nova Comissão Concelhia de Viana do Castelo, eleita com dois votos contra e oito abstenções, assegurar a concretização das orientações aprovadas.
A Comissão Concelhia eleita, agora constituída por 25 elementos, 12 dos quais integram-na pela primeira vez, inclui entre os seus membros destacados dirigentes sindicais, o coordenador da Comissão de Trabalhadores dos Estaleiros Navais, eleitos autárquicos e quadros das principais freguesias do concelho.
A encerrar os trabalhos, António Lopes, falou sobre a situação política nacional e internacional e a violenta ofensiva do Governo e dos partidos que o suportam - PSD e CDS/PP -, com medidas contra os trabalhadores e o povo português. A tentativa de ingerência na vida interna dos partidos e a pretensão de restringir o funcionamento dos partidos, nomeadamente o PCP, procurando impor-lhes regras e «um modelo único» de estatutos, foram outras questões abordadas por António Lopes.