Distrito de Lisboa
Norte e Oeste discriminados
O Secretariado dos Concelhos do Norte e Oeste do distrito de Lisboa do PCP, em conferência de imprensa realizada no passado dia 28 de Dezembro, analisou o PIDDAC 2006, que «discrimina negativamente» aqueles concelhos e acentua as suas assimetrias.
Com este PIDDAC, sublinha, o Governo PS, para além de ignorar projectos importantes para a região, segue a prática adoptada pelo Governo PSD/PP no PIDDAC 2005 de não informar a taxa de execução dos investimentos previstos no ano anterior nem a programação financeira dos investimentos plurianuais.
Entretanto, todas as 30 propostas apresentadas pelo PCP, que resultaram de um processo de auscultação a todas as suas organizações e procuravam contemplar insuficiências e omissões verificadas naquele documento, foram rejeitadas pelo PS, PSD e PP. Ou seja, mais uma vez «o PCP foi o único Partido com propostas concretas para o desenvolvimento dos concelhos».
A saúde, a cultura e educação, o desporto, a segurança dos cidadãos, a melhoria da rede rodoviária são aspectos da vida das populações tidas em conta no conjunto de propostas apresentadas pelo PCP referentes aos Concelhos do Norte e Oeste de Lisboa.
Na conferência de imprensa, em que participaram Paulo Gonçalves, membro do Comissão Concelhia do Torres Vedras, Ricardo Miguel, do Secretariado dos Concelhos Norte e Oeste, e Nazaré Rodrigues, membro da Junta de Freguesia de Triana, Concelho de Alenquer, foram referidos ainda aspectos do trabalho preparatório das eleições presidenciais.
Reafirmando a justeza da decisão do PCP de se apresentar a estas eleições com um candidato próprio, as organizações do Norte e Oeste de Lisboa valorizaram a forte dinâmica existente em torno da candidatura de Jerónimo de Sousa e aproveitaram a ocasião para divulgar a totalidade dos mandatários concelhios. Cidadãos, afirmam, «empenhados e envolvidos nos combates do dia a dia pela consolidação da democracia, pela efectivação dos direitos e liberdades, pela justiça social, sendo, ao mesmo tempo, exímios combatentes das desigualdades». Cidadãos, ainda, «das mais variadas áreas de actividade»: intelectuais, autarcas, dirigentes do movimento associativo e um militar de Abril.


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