Teatro
O Rinoceronte, a partir de Eugène Ionesco, encenação de Carlos J. Pessoa, dramaturgia de Cláudia Madeira, fala-nos da metamorfose colectiva que erode o pensamento crítico e dos que a ela resistem, pelo Teatro da Garagem.
De 12 a 21 de Março, no Teatro Taborda, Lisboa.
Teatro Radiofónico, Porto de todo o mundo (1939-1943?), de Alves Redol e Naquele banco, (1947) de Avelino Cunhal, direcção artística de Natália Luiza. Entrada livre.
Dia 15, 16h00, no Museu do Neo-Realismo, V. F. de Xira.
O Coração de um Pugilista, de Lutz Hübner, encenação de Jorge Silva, trata de um confronto geracional onde a desconfiança inicial dá lugar a uma partilha de histórias de vida e afectos.
Dia 14, 21h30, no Auditório Municipal, Manteigas.




