Liberdade para Nicolas Maduro e Cilia Flores


Dois meses depois do sequestro do Presidente Nicolas Maduro e da sua esposa, a deputada Cilia Flores, prosseguem na Venezuela as mobilizações pela sua libertação. Esta exigência esteve presente nas iniciativas de preparação da Consulta Popular do próximo domingo, em que as populações serão chamadas a escolher os projectos comunitários financiados pelo Estado, como nas manifestações por ocasião dos 37 anos do “Caracazo”, brutal repressão de protestos populares ordenada pelo então presidente Carlos Andrés Pérez.

Mas não é só na Venezuela que se faz ouvir esta reivindicação. Em Portugal, foi entregue na embaixada dos EUA em Lisboa, na quinta-feira, 26 de Fevereiro, uma carta dirigida a Donald Trump “Pela paz! Fim à agressão dos EUA à Venezuela”, subscrita por mais de três dezenas de organizações. No documento exige-se «que parem as agressões e ameaças à Venezuela» e que seja libertado de imediato o seu presidente Nicolás Maduro e a deputada Cília Flores, bem como o «fim das ameaças, pressões e bloqueios» a outros países da América Latina e Caraíbas, como Cuba, Colômbia, México, Nicarágua ou Brasil.

 



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