“Arames” não aguentam País onde foi muito o que o vento levou
Populações isoladas. Casas e edifícios destruídos. Derrocadas. Cheias. Mortes. Falta de coordenação. Falta de respostas. São muitas as formas de caracterizar os efeitos das intempéries que assolam Portugal desde o fim de Janeiro. Em tudo isto, uma certeza: quando é necessário agir para mitigar as adversidades de emergências nacionais, temos mesmo «um País preso por arames».




