Liberdade para Nicolás Maduro e Cilia Flores

Uma jornada mundial de protesto convocada por movimentos sociais, partidos políticos e outras organizações, com o lema “Tragam-nos de volta”, decorreu no dia 3 em mais de 60 cidades do mundo, em solidariedade com a Venezuela bolivariana e para exigir a libertação do Presidente Nicolás Maduro e da sua esposa, a deputada Cilia Flores.

Condenação da agressão militar dos EUA à Venezuela e exigência da libertação de Nicolás Maduro e Cilia Flores

Um mês depois da agressão militar perpetrada pelos EUA contra a Venezuela, ocorrida a 3 de Janeiro, uma campanha internacional denunciou o rapto do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e da sua esposa, a deputada Cilia Flores, como uma violação do direito internacional e um grave precedente para a soberania dos Estados.

Os participantes nas acções da campanha denunciam que os EUA submetem o Presidente Nicolás Maduro e a deputada Cilia Flores a um julgamento fraudulento, com absurdas acusações de narcotráfico e sem apresentar quaisquer provas, como parte de uma operação que o governo dos EUA utiliza como pretexto para agredir a Venezuela bolivariana e encobrir a sua ambição de domínio sobre os seus recursos petrolíferos.

Nos EUA, no quadro desta jornada de solidariedade e luta, o movimento “Tirem as Mãos da Venezuela” encabeçou um protesto em frente à prisão de alta segurança em Nova Iorque onde se encontram detidos Nicolás Maduro e Cilia Flores. Ao mesmo tempo, foram projectadas imagens de denúncia desta inaceitável situação em frente à sede da Organização das Nações Unidas.

Na Colômbia, realizaram-se vigílias e manifestações, com forte presença de organizações sociais defronte da embaixada norte-americana em Bogotá, e em diversas outras cidades. No México, foi promovida na capital uma concentração em frente à embaixada dos EUA que manifestou solidariedade com a Venezuela bolivariana, exigiu respeito pela soberania venezuelana e reclamou a libertação imediata do Presidente venezuelano e da sua esposa. No Uruguai e em El Salvador, movimentos de solidariedade organizaram actos solidários em Montevideu e São Salvador, reafirmando o apoio ao povo venezuelano e denunciando a agressão militar dos EUA contra a Venezuela, que provocou a morte de mais de uma centena de pessoas.

Em África, houve actos solidários com a Venezuela em Angola, no Quénia, no Uganda, no Congo, no Mali, no Senegal. Na África do Sul, a universidade UNISA, em Joanesburgo, organizou um seminário académico sobre a situação venezuelana.

Na Europa, em países como Bélgica, Alemanha e Espanha, realizaram-se concentrações nas principais praças das respectivas capitais, Bruxelas, Berlim e Madrid, com cartazes a repudiar a agressão militar dos EUA contra a Venezuela e a pedir o regresso à pátria de Nicolás Maduro e Cilia Flores. Realizaram-se também concentrações em Amesterdão, Viena, Moscovo e Minsk. Em Portugal, seguindo-se a várias outras acções, tiveram lugar iniciativas em Faro e no Porto (como noticiamos nesta edição).

Na Ásia, houve mobilizações a favor da paz na Venezuela, da não ingerência por parte dos EUA e da libertação do Presidente Nicolás Maduro e de Cilia Flores. Realizaram-se actos culturais na China e no Vietname. Um protesto popular em Seul, em frente à embaixada norte-americana na Coreia do Sul. Uma manifestação em Ancara, na Turquia, organizada por movimentos estudantis que afirmaram a sua solidariedade com a Venezuela bolivariana e exigiram a libertação de Nicolás Maduro e Cilia Flores. Nas Filipinas, decorreu um fórum intitulado «Soberania sob cerco», um encontro sobre a Venezuela e a luta comum contra o imperialismo norte-americano. No Iraque, no Líbano e na Arábia Saudita, movimentos políticos e intelectuais denunciaram a agressão militar dos EUA contra a Venezuela e o rapto do seu Presidente.



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