Retrocesso na Petrogal
Em comunicado, a Comissão Central de Trabalhadores (CCT) da Petrogal alertou para alterações gravosas nas apólices de seguro de saúde, justificadas pelo aumento de custos, mas que omitem deliberadamente os benefícios fiscais da empresa. «O que vemos é uma transferência de encargos de milhões de euros para os trabalhadores, deixando os reformados à mercê da própria sorte», criticou a CCT, que rejeita «a redução das condições de apoio na doença» e exige «coerência entre os lucros recordes do Grupo e a protecção de quem, no dia-a-dia, constrói os seus resultados».
Entre os pontos mais preocupantes estão a implementação de franquias e taxas, como 3 euros por receita não comparticipada; o modelo de reembolso de gastos nas farmácias, que «exclui de forma desumana» os reformados; e a introdução de copagamentos em internamentos e partos.




