Lutas na indústria de bebidas
Terminou, na passada semana, a greve na Heineken iniciada a 31 de Maio. A empresa, que decidiu aplicar «de forma unilateral» segundo o Sintab/CGTP-IN, um aumento salarial de 4%, continua a ignorar as reivindicações defendidas pelos trabalhadores como o aumento salarial de 10%, mínimo de 100€ para todos os trabalhadores; a valorização do subsídio de refeição; a valorização do subsídio de turno e a valorização do subsídio de laboração contínua.
Rui Matias assinalou, em declarações à comunicação social, que «a fábrica, ao nível dos seus 327 trabalhadores, parou completamente», prometendo ainda uma nova ronda de plenários para a discussão relativa às próximas forma de luta a adoptar.
Sumol+Compal
Também na Sumol+Compal os trabalhadores seguem firmes e unidos na luta por melhores condições, tal como ficou verificado pela realização da terceira greve, desde Abril, na unidade de Pombal, após as greves entre dia 9 e 11 de Abril e 14 e 15 de Maio.
O sindicato e os trabalhadores continuam a reivindicar o aumento mínimo salarial em 150 euros, valor três vezes maior que aquele apresentado pela empresa. Enquanto os lucros continuem a ser divididos pelos accionistas e não divididos por quem os produz, os trabalhadores irão continuar a sua justa luta.




