MURPI
Após ter sido aprovada a proposta na generalidade de Orçamento do Estado para 2025, a Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos – MURPI avançou com um conjunto de «correcções necessárias» ao documento com o objectivo de «promover a justiça urgente àqueles que trabalharam e descontaram ao longo da sua vida, para que lhes seja garantido o direito a viverem o seu tempo de reforma com autonomia e dignidade».
Em nota de 3 de Novembro, o MURPI diz mesmo que «o estipulado na Lei 53B/2006 é insuficiente para garantir aumentos justos que compensem a inflação e reponham o poder de compra dos reformados», exigindo «um aumento extraordinário das reformas e pensões que faça face ao aumento constante do custo de vida, agravada pela incerteza da evolução da economia mundial». «O combate à pobreza deve ser um desígnio nacional, quando 472 mil reformados sobrevivem com menos de 591 euros», afirma a Confederação, considerando «justo» um aumento de «cinco por cento para todos» os pensionistas, «num mínimo de 70 euros».