Porto

Para a CDU, o pedido de renúncia apresentado pelo presidente da Junta de Freguesia de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde, Tiago Mayan, «não pode ser visto, apenas, à luz das ilegalidades que cometeu e reconheceu», sendo «mais um episódio demonstrativo do clima de “paz podre” que reina no interior do Movimento “Aqui há Porto” e da difícil relação que, no interior deste, existe entre os respectivos eleitos dos diferentes órgãos autárquicos».

Em causa está a assunção por Tiago Mayan da falsificação de assinaturas do júri do Fundo de Apoio ao Associativismo Portuense, numa acta datada de 16 de Setembro, elaborada e falsificada pelo ex-candidato presidencial apoiado pela IL.

Em nota de imprensa de 11 de Novembro, a Coligação PCP-PEV dá conta de «um silêncio cúmplice» da maioria na Câmara do Porto relativamente «às irregularidades cometidas em diversas juntas presididas por elementos do seu movimento», como é o caso de, na Junta da União de Freguesias de Cedofeita, Santo Ildefonso, Sé, Miragaia, S. Nicolau e Vitória, «onde tentaram eleger para o executivo mais membros do que aqueles que tinham eleito para a Assembleia de Freguesia – irregularidades que tiveram de corrigir face a denúncias da CDU» ou o caso de Ramalde, «onde só a intransigência da CDU impediu a convocatória de uma assembleia de freguesia extraordinária para aprovar o fundo do associativismo e que não cumpria os prazos legais».

 



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