China denuncia provocações dos EUA em Taiwan

Se a presidente do Congresso norte-americano, Nancy Pelosi, visitar Taiwan isso representará uma «grave violação do princípio de uma só China», oficialmente defendido pelos Estados Unidos da América. A afirmação, proferida na terça-feira, 19, é do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da República Popular da China (RPC), Zhao Lijian, que comentava informações que dão como certa essa visita, que chegou a estar prevista para o passado mês de Abril.

Na ocasião, o representante do governo chinês informou que já foi solicitado aos EUA o abandono da intenção de avançar com a visita de Pelosi e a interrupção de todos e quaisquer contactos oficiais com a ilha, internacionalmente reconhecida como território da RPC. A China exige ainda das autoridades norte-americanas que parem de criar tensões no Estreito de Taiwan e assumam medidas concretas para cumprir o seu compromisso de «não apoiar o secessionismo de Taiwan».

A China, garantiu, tomará as medidas necessárias para salvaguardar a sua soberania nacional e integridade territorial.

Esta nova data para a planeada visita de Pelosi a Taiwan surge após o governo norte-americano ter aprovado um novo pacote de venda de material e equipamento militar a Taiwan, com um valor que ultrapassa os 100 milhões de dólares. Trata-se do quinto negócio do género sob a presidência de Biden.

 



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