Subsídio de risco não corresponde às expectativas
O PCP comentou, através de uma nota do seu Gabinete de Imprensa, o anúncio do Governo relativamente ao valor do subsídio de risco para as forças de segurança, aprovado pelo Conselho de Ministros no final da semana passada. Ora, e como reiteradamente o PCP tem afirmado, «o valor aprovado pelo Governo, na sequência da não consensualização com as estruturas sindicais e socio-profissionais das forças de segurança, não responde às legítimas expectativas dos respectivos profissionais».
Uma das propostas, recusadas pelo Governo, adiantava mesmo um «horizonte temporal de três anos para ser atingido o valor de 400 euros, dando deste modo uma latitude para acomodamento», recorda o Partido. Acrescentando em seguida que a decisão agora adoptada pelo Governo, «frustrando legítimas expectativas, se soma a todo um outro vasto conjunto de problemas que continuam sem resposta, dos quais se destaca o pagamento do subsídio COVID e o cumprimento do disposto sobre pré-aposentações».
Saudando o «conjunto diversificado de acções dos profissionais das forças de segurança em torno das suas justas reivindicações», o PCP conclui, pois, que a decisão agora tomada pelo Governo vai «no caminho errado».