Todos os países contam, afirma a China

O tempo em que as decisões globais eram ditadas por um pequeno grupo há muito que acabou, diz a China, em resposta à declaração da cimeira de potências ocidentais – o Grupo dos Sete (G7) –, realizada de 11 a 13, em Inglaterra.

Pequim defende que os assuntos mundiais devem ser geridos através de consulta a todos os países, sejam grandes ou pequenos, e reiterou que «só há um sistema e uma ordem internacional no mundo, a que tem as Nações Unidas no seu núcleo».

Para a China, também existe um só conjunto de normas mundiais, as que estão baseadas nos princípios da Carta da ONU «e não nas supostas regras formuladas por um pequeno número de países».

«Sempre acreditámos que os países, grandes ou pequenos, fortes ou fracos, pobres ou ricos, são iguais, e os assuntos mundiais devem ser geridos consultando todos os países», sublinhou o porta-voz da embaixada chinesa em Londres.

«Instamos os EUA e outros membros do G7 a respeitar os factos, entender a situação, parar de caluniar a China, parar de interferir nos assuntos internos da China, parar de prejudicar os interesses da China e fazer mais coisas que contribuam para o desenvolvimento da cooperação internacional, não a criação artificial de confrontos», acrescentou.




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