O voto que conta e soma para a luta que prossegue
ELEIÇÕES A três dias da ida às urnas, vale a pena acentuar o esclarecimento em torno das razões para votar na CDU, força que se distingue das demais na intervenção, nos objectivos e nas propostas.
O balanço estará de alguma forma presente nas intervenções que se vão fazer nas arruadas e comícios de hoje (Porto, as 17h00, e Braga às 21h00) e amanhã (Barreiro, às 10h30; Lisboa, às 17h30; Santa Iria da Azóia, às 19h30 e Seixal, às 22h00), em que João Ferreira e Jerónimo de Sousa se juntam uma vez mais para somar apoios para o voto na coligação PCP-PEV.
Contudo, como tem sido acentuado em várias ocasiões, esta não é uma campanha feita somente pelos candidatos, antes uma campanha onde se assumem como se candidatos fossem muitos dos que não se resignam a um País e um povo declinados por políticas da UE feitas à medida do grande capital, e às quais PS, PSD e CDS amarraram e pretendem continuar a subjugar Portugal e a imensa maioria dos portugueses, comprometendo o seu progresso económico e social.
A campanha termina amanhã, mas até domingo muitas conversas podem ainda ser feitas com familiares e amigos, vizinhos e colegas de trabalho; enfim, com todos os que estejam dispostos a ponderar o caminho que conduziu o País e o povo à actual situação, a identificar os responsáveis e a somarem-se à mudança, contribuindo para a luta que vai prosseguir com tanta mais força quanto maior for o reforço da CDU – por um Portugal liberto das imposições que têm condicionado negativamente o seu presente e obstaculizam perspectivas e potencialidades de um futuro de bem-estar, desenvolvimento e soberania.
Importa por isso, até dia 26, insistir no convencimento e mobilização, forma singular com que comunistas, ecologistas e outros democratas têm pautado uma campanha de massas voltada para o esclarecimento, que vai ao encontro dos trabalhadores e das populações e se desdobra em contactos e conversas. O resultado eleitoral está, portanto, ainda longe de estar fechado.
Razões de sobra
Dar mais força à CDU nas eleições do próximo domingo é ganhar mais força para que Portugal avance em quatro direcções fundamentais:
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afirmar a soberania e a independência nacional, defender a democracia e a Constituição da República Portuguesa
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afirmar o direito ao desenvolvimento: Portugal a produzir com uma economia sustentável
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valorizar o trabalho, os trabalhadores e o povo
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defender e conquistar direitos, proteger a democracia
Votar CDU é também dar mais força a quem:
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combate as imposições da União Europeia e do euro
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se opõe ao neoliberalismo, federalismo e militarismo que enformam a União Europeia
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defende uma Europa de estados soberanos e iguais, de cooperação de progresso social e de paz