MUSP reclama direitos
O «esclarecimento» prestado, no final de Outubro, pela Câmara Municipal (CM) de Gaia sobre o Serviço de Atendimento de Situações Urgentes (SASU) de Soares dos Reis é «consequência da luta dos populares» para impedir o encerramento daquele equipamento de saúde e «uma tentativa de desmobilização dessa mesma luta», considera o Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP).
Em nota de imprensa divulgada no dia 6 de Novembro, o MUSP refere que o «esclarecimento» da autarquia está «eivado de falhas por omissão e inexactidões». «Não é verdade que as obras no edifício que acolhia o SASU, a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP), vulgo Centro de Saúde, e Unidade de Saúde Familiar (USF) estejam em curso», contrariam os utentes, desconhecendo «se as obras já foram adjudicadas (por concurso ou ajuste directo) nem da data do seu início». Neste sentido, a indicação do prazo para conclusão da obra «não passa de uma promessa».
Neste sentido, a CM «nada diz» sobre a UCSP, «ficando assim a dúvida do destino daquela unidade», que deve regressar «à sua localização original», e sobre a deslocalização do SASU dos Carvalhos.
Em Cantanhede, no dia 7 de Novembro, o MUSP entregou uma petição, com 2820 assinaturas, dirigidas à autarquia e à Assembleia Municipal, reclamando a redução do preço da água ao domicílio no concelho.