JCP denuncia exploração na MEO/ALTICE
No dia 17 de Outubro, os jovens comunistas da Madeira estiveram junto ao call center da MEO/ALTICE, no Funchal. No local, Duarte Martins referiu que chegaram à JCP «imensas denúncias e depoimentos» de trabalhadores «com contratos precários e renováveis de 15 em 15 dias», quando desempenham funções permanentes. «Muitos trabalham feriados, domingos e não recebem nem mais um cêntimo por isso. Os trabalhadores merecem mais respeito!», frisou.
Neste call center laboram 280 trabalhadores sem vínculo directo com a MEO/ALTICE, em regime de subcontratação em empresas subsidiárias de trabalho temporário, criadas para manter a «lei da selva».