PCP visita Angola e Moçambique
Uma delegação do PCP composta por José Capucho, do Secretariado e da Comissão Política, deslocou-se à República de Angola, de 15 a 17 de Julho, e à República de Moçambique, de 18 a 20 de Julho, respectivamente, para contactos com o MPLA e a FRELIMO.
Em Angola, a delegação do PCP foi recebida por António Kassoma, Secretário-geral do MPLA, e realizou reuniões de trabalho com o Secretariado do Bureau Político do MPLA e da Juventude do MPLA e ainda com o Secretariado da Organização da Mulher Angolana. Em todas elas foram realçados pontos de vista e apreciações sobre a situação política, económica e social em cada um dos países, assim como acerca da situação internacional, nomeadamente na Europa e África Austral.
A delegação do PCP teve oportunidade de aprofundar o conhecimento sobre os desenvolvimentos da situação em Angola e tomou contacto com os objectivos em preparação para o Congresso extraordinário do MPLA a realizar em Setembro.
Em Moçambique, a delegação do PCP foi recebida pelo Secretário-geral da FRELIMO, Roque Silva Samuel, e realizou diversos encontros de trabalho com membros do Secretariado e do Bureau Político da FRELIMO, responsáveis das áreas de Organização, Comunicação e Imagem, Formação e Quadros, Assuntos Parlamentares e Autárquicos e Assembleias Provinciais. Realizou-se também uma visita à Universidade Nachingweia-UNA, onde teve lugar um encontro com a sua direcção. A delegação do PCP teve ainda oportunidade de trocar impressões com a Secretária para as Questões da Administração e Finanças e com o Secretário para as Relações Internacionais da FRELIMO.
Foi possível ao PCP, em todas as visitas e encontros, tomar contacto com as decisões do XI Congresso da FRELIMO e as exigentes tarefas inerentes à sua aplicação.
Estas visitas permitiram ao PCP aprofundar o conhecimento sobre as diferentes situações nestes países, os enormes, complexos e exigentes desafios que lhes estão colocados e a sua determinação em prosseguir, partindo das realidades e condições concretas, o objectivo de desenvolvimento económico e social e de afirmação da soberania nacional e aprofundar as relações bilaterais com ambos os partidos.