Guardas prisionais exigem demissão

LUSA

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Pela forma como está a impor um novo horário de trabalho, o director-geral da Reinserção e Serviços Prisionais coloca em causa a segurança nas prisões e a saúde dos guardas prisionais, justificando-se assim a sua demissão. Com esta mensagem, cerca de 400 profissionais responderam ao apelo do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP) e participaram na vigília de dia 16, sexta-feira, de manhã, junto àquela direcção-geral, em Lisboa.

Aos jornalistas, o presidente do sindicato explicou que o novo horário, a generalizar em Abril, leva ao prolongamento da jornada de trabalho, para além do limite de oito horas. «Dois anos depois de ter tomado posse, o director-geral não contribuiu em nada para melhorar as condições dos estabelecimentos prisionais» e «a única coisa que soube fazer foi acusar o corpo da guarda prisional», protestou Jorge Alves, citado pela Agência Lusa.

Hoje, dia 22, no Estabelecimento Prisional de Lisboa (um dos seis onde o novo horário vigora desde o início deste ano), começa uma nova greve às horas extraordinárias, até dia 28.

 



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