Sem medidas em Viana
Meia centena de ex-trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo continuam sem medidas concretas para ultrapassarem a ausência de meios de subsistência, lamentou o seu porta-voz, na segunda-feira, dia 11, após uma reunião de 20 minutos com o presidente da Câmara. «Estavam a estudar o nosso assunto», mas «até à data nada de concreto tem sido definido», disse António Ribeiro, citado pela agência Lusa.
Em causa estão 50 trabalhadores, dos 609 que estavam nos ENVC em 2014, quando o estaleiro foi subconcessionado à Martifer. Sem idade para requererem a reforma antecipada, começaram em Maio a perder o subsídio de desemprego, sendo-lhes depois negado o subsídio social de desemprego, embora continuem sem trabalho. «Até temos um bom currículo, mas na área da construção naval», tinha dito o porta-voz dias antes, criticando a «falta de seriedade, solidariedade e respeito, por parte do poder local e central».