Força da greve mostrou-se na FNAC

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Em dia de greve, realizou-se ao fim da manhã de 30 de Novembro uma concentração, com cerca de meia centena de trabalhadores, frente à sede da FNAC, em Lisboa. A luta, organizada pelo CESP/CGTP-IN, visou reivindicar aumento dos salários (mais 40 euros para todos os trabalhadores, sem o critério de avaliação), 25 dias úteis de férias sem critério de majoração (há trabalhadores que só têm 22 dias), a imediata passagem dos trabalhadores da logística com mais de oito anos de contrato à categoria de operador especializado, o fim da imposição do «banco» de horas nos novos contratos, horários humanizados (que permitam a conciliação do trabalho com a vida pessoal e familiar), a integração dos trabalhadores com vínculo precário nos quadros da empresa e o cumprimento integral do contrato colectivo de trabalho.

Álvaro Gonçalves, dirigente do sindicato, relatou à agência Lusa que «temos trabalhadores em todas as lojas a fazer greve, bem como no armazém de Alverca». Ao caderno reivindicativo que recebeu dia 17 de Outubro, a empresa apenas respondeu positivamente com um compromisso de corrigir os horários a partir de Fevereiro, mas os trabalhadores já verificaram que em Janeiro não houve alteração.

A deputada Ana Mesquita, presente no protesto, disse que o PCP tem acompanhado esta luta «muito legítima» e está solidário com os trabalhadores.

 



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