A luta a dar resultado
Mais de uma dezena de trabalhadores do distrito de Setúbal garantiram, nos primeiros seis meses deste ano, os respectivos postos de trabalho após terem sido ilegalmente despedidos por caducidade dos contratos precários que mantinham, informa a União dos Sindicatos de Setúbal, que além de detalhar as empresas, realça, ainda, o caso de sete trabalhadores da segurança que passaram, este mês, a estar vinculados à líder do consórcio de empresas de manutenção da refinaria de Sines com os mesmos direitos e posição remuneratória dos demais, o que representou, nalguns casos, um acréscimo de 200 euros mensais no salário.
Na AIS em Montemor-o-Novo, um trabalhador contratado através de uma empresa de trabalho temporário foi reintegrado após decisão do tribunal da Relação de Évora. Tal como nos casos no distrito de Setúbal, também neste foi determinante a Campanha Nacional da CGTP-IN de Combate à Precariedade.
Já na SCOTTURB, a segunda instância judicial voltou determinou a indemnização de um trabalhador e dirigente sindical, dando-lhe razão na queixa apresentada por ter sido alvo, durante três anos e meio, de práticas ilegais na forma de discriminação, assédio moral e tortura psicológica.