Defender serviços públicos
Utentes e autarquias intensificam a exigência de investimentos nos serviço públicos. No sábado, 8, Comissão de Utentes dos Serviços Públicos, Câmara Municipal do Barreiro (CMB) e União de Freguesias do Alto Seixalinho, Santo André e Verderena juntaram-se na acção simbólica do lançamento da primeira pedra do reclamado novo centro de saúde do Alto do Seixalinho, exigência antiga não concretizada por sucessivos governos da política de direita, apesar de a autarquia ter disponibilizado o terreno.
Na iniciativa estiveram presentes candidatos da CDU nas próximas autárquicas, entre os quais o actual presidente da CMB e cabeça-de-lista à Assembleia Municipal, Carlos Humberto, e a primeira candidata do PCP-PEV ao executivo barreirense, Sofia Martins.
Já a reclamação da reabertura do Serviço de Atendimento do Centro de Emprego em Sacavém foi, por estes dias, reiterada em carta aberta enviada ao Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social pelos eleitos nas listas da CDU na Freguesia de Sacavém e Prior Velho.
No concelho de Sines, por outro lado, a Comissão de Utentes dos Serviços Públicos do concelho entregou, dia 5 de Julho, na Assembleia e Câmara municipais, e na Junta de Freguesia de Sines, um abaixo-assinado em que reivindicam a renovação e modernização da frota dos transportes públicos urbanos, a construção de mais e novos abrigos correspondendo ao alargamento do serviço, incluindo a sua reposição ao sábado.
Anteontem, município do Seixal e Comissão de Utentes dos Transportes Públicos do concelho concentraram-se junto à EN10 para alertarem para a necessidade de avançar com urgência para a concretização das 2.ª e 3.ª fases do Metro Sul do Tejo, ligando os concelhos do Seixal, Almada, Barreiro e Moita (Baixa da Banheira).
Para a CDU em Cantanhede, a motivar a acção de denúncia está a insistência por parte do actual Governo PS em manter encerrado o Ramal da Pampilhosa. O PCP-PEV naquele concelho nota que o Ministro do Planeamento e das Infra-estruturas anunciou recentemente o investimento de 700 milhões de euros no corredor ferroviário Porto de Aveiro – Linha da Beira Alta, mas o projecto deixa de fora a reactivação de um troço que custaria pouco mais de 3,5 por cento daquela verba.