China

Imagens de mísseis capazes de alcançar bases dos EUA no Japão foram divulgadas pelas forças armadas da República Popular da China após o novo secretário da Defesa norte-americano ter declarado, em visita oficial ao Japão, que as ilhas disputadas entre Pequim e Tóquio estão abrangidas pelo tratado de defesa comum entre o Japão e os EUA.

«Deixei claro que a nossa política de longa data em relação às ilhas Senkaku se mantém – os Estados Unidos vão continuar a reconhecer a administração japonesa das ilhas. E assim, o artigo 5.º do tratado de segurança aplica-se», afirmou James Mattis no passado fim-de-semana.

A tensão entre EUA e China não se iniciou com a nova administração em Washington, vem do governo liderado por Barack Obama, designadamente quanto ao Mar do Sul da China. A entrada em funções do presidente Donal Trump, porém, aprofundou a belicosidade. No final do mês passado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Pequim reiterou que os EUA não são parte da questão do Mar do Sul da China, respondendo, assim às crescentes invectivas da Casa Branca sobre a defesa dos seus interesses e dos interesses internacionais naquela área.

Por outro lado, o executivo liderado por Donald Trump pretende acicatar os ânimos explorando a questão de Taiwan, designadamente ao admitir derrogar a política de reconhecimento de «uma só China». Não por acaso, o mais poderoso aliado dos EUA na Ásia, o Japão, realizou, por estes dias, exercícios militares que simulam o desencadear de um conflito militar entre a China e Taiwan, manobras que contaram com a assistência norte-americana.





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