Serviço público em Lisboa

«Cabe à autarquia a missão de serviço público» e «a CML deve assegurar todas as intervenções de manutenção dos espaços públicos e espaços verdes da cidade», defende a célula do PCP na Câmara Municipal de Lisboa, no número de Julho-Agosto do seu boletim, que começou a ser distribuído esta semana.

Hoje em dia, com concessões, externalizações e parcerias público-privadas, «nas ruas e avenidas, nos jardins grandes ou pequenos de Lisboa, empresas privadas realizam os trabalhos que são da responsabilidade da CML, muitas vezes de forma ineficiente», o que constitui «um abuso, face à gestão do erário público» e exige «depois, aos trabalhadores municipais, resolver os problemas criados».

Para os trabalhadores comunistas da CML, «PSD/CDS, antes, e, agora, o PS têm optado por transferir esta missão para interesses particulares», mas «o desinvestimento e esvaziamento da capacidade operacional dos serviços públicos municipais têm como único beneficiário o sector privado». Esta é «a razão da “incapacidade” dos serviços públicos municipais para reparar calçadas, pintar passadeiras, replantar, limpar e manter jardins, desobstruir colectores ou construir novas condutas». Tal «incapacidade», critica a célula do Partido, tem sido «tantas vezes repetida pelos dirigentes do PSD/CDS e do PS, os mesmos que criaram os problemas que agora lhes servem de justificação», mas «na sua origem está a política de direita que, há mais de uma década, uns e outros têm executado» na CML.




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