Cobertura de fibrocimento

Heloísa Apolónia, deputada do Partido Ecologista «Os Verdes», entregou, no dia 27, na Assembleia da República, uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério do Ambiente, sobre o terminal fluvial de Cacilhas, Almada, que mantém, mesmo após obras de requalificação em 2010, uma cobertura constituída por placas de fibrocimento.

O terminal, do Grupo Transtejo, é usado diariamente por milhares de utentes, que viajem entre as duas margens do Tejo. «Sendo que o amianto foi totalmente proibido em construções e edificações a partir do ano de 2005, por que razão, aquando das obras de requalificação do terminal fluvial de Cacilhas, se manteve a cobertura de placas de fibrocimento?», interrogam os ecologistas, que querem ainda saber se «essa cobertura, de acordo com o estado em que se encontra, constitui perigo para os utentes?» e «quando foi feita a última avaliação sobre o estado de conservação do material em causa? Que avaliação foi feita em relação à libertação de partículas de amianto em materiais usados nas estruturas do terminal fluvial de Cacilhas? Está prevista a remoção desses materiais?».



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