Assembleia da República

Acertar o passo<br>para uma vida melhor

A ne­ces­si­dade de romper com os cons­tran­gi­mentos ex­ternos, re­ne­go­ciar a dí­vida, optar por uma po­lí­tica fiscal que tri­bute de forma mais ade­quada os se­nhores do di­nheiro voltou a ser de­fen­dida na AR pelo Se­cre­tário-geral do PCP.

Só a banca pública<br>defende o País

O pro­cesso de con­cen­tração e cen­tra­li­zação do sector ban­cário, na­ci­onal e eu­ropeu, de­fen­dido pelos grandes grupos eco­nó­micos, pelos mo­no­pó­lios da banca e pelas ins­tân­cias eu­ro­peias é con­trário aos in­te­resses de Por­tugal e dos por­tu­gueses, a um de­sen­vol­vi­mento so­be­rano, de pro­gresso e jus­tiça so­cial.

Romper com a ingerência<br>e o controlo

O Par­la­mento con­cluiu, dia 27, o de­bate sobre o Pro­grama de Es­ta­bi­li­dade e o Pro­grama Na­ci­onal de Re­formas da au­toria do Go­verno, que me­recem a re­jeição do PCP.


Acertar o passo<br>para uma vida melhor

A ne­ces­si­dade de romper com os cons­tran­gi­mentos ex­ternos, re­ne­go­ciar a dí­vida, optar por uma po­lí­tica fiscal que tri­bute de forma mais ade­quada os se­nhores do di­nheiro voltou a ser de­fen­dida na AR pelo Se­cre­tário-geral do PCP.

Só a banca pública<br>defende o País

O pro­cesso de con­cen­tração e cen­tra­li­zação do sector ban­cário, na­ci­onal e eu­ropeu, de­fen­dido pelos grandes grupos eco­nó­micos, pelos mo­no­pó­lios da banca e pelas ins­tân­cias eu­ro­peias é con­trário aos in­te­resses de Por­tugal e dos por­tu­gueses, a um de­sen­vol­vi­mento so­be­rano, de pro­gresso e jus­tiça so­cial.

Romper com a ingerência<br>e o controlo

O Par­la­mento con­cluiu, dia 27, o de­bate sobre o Pro­grama de Es­ta­bi­li­dade e o Pro­grama Na­ci­onal de Re­formas da au­toria do Go­verno, que me­recem a re­jeição do PCP.