Líbia no centro de escândalo

Os Emirados Árabes Unidos forneceram armas a grupos líbios para conter a influência do Catar e de facções que defendem os seus interesses no território, noticiou o New York Times. Ambos os países integram a missão que, com a Turquia e o Egipto, tinha como objectivo declarado garantir um acordo de partilha do poder na Líbia.

O jornal norte-americano sustenta que para além de violarem o embargo de armas imposto pelas Nações Unidas, envolvendo no negócio de armas empresas nacionais e sauditas, os Emirados terão oferecido ao enviado da ONU, Bernardino Leon, um alto cargo com uma remuneração de 50 mil dólares mensais.

O diplomata espanhol aceitou, em Julho, o lugar de director da Academia Diplomática dos Emirados, mas confrontado com o escândalo esclareceu que enquanto decorrerem investigações aproveitará «para reflectir sobre os próximos passos da carreira», defendendo, no entanto, que as suspeitas sobre o seu papel na Líbia se baseiam em informações «imprecisas ou falsas».




Mais artigos de: Internacional

Mais um tiro à paz na Síria

O derrube de um avião militar russo pela Turquia, anteontem, avolumou o clima belicista na Síria, palco de uma guerra em que a acção do imperialismo é cada vez mais indisfarçável.

JCP marcou presença

A Juventude Comunista Portuguesa participou na 19.ª Assembleia da Federação Mundial da Juventude Democrática (FMJD), realizada de 9 a 13 de Novembro em Havana, acolhida pela União de Jovens Comunistas de Cuba.

Mais tropas alemãs <br>e espanholas no Mali

Aumenta a presença e intervenção de tropas estrangeiras no Mali, contudo impotentes para travar a actividade dos grupos radicais islâmicos armados. O recente ataque a um hotel em Bamako, com captura de reféns, bem como a operação de resgate e...