Empresas contestam venda da EGF
Nove empresas enviaram à Autoridade da Concorrência um documento conjunto em que se considera que a compra da EGF (Empresa Geral do Fomento) pela SUMA, o consórcio liderado pela Mota-Engil, cria distorções «para a concorrência no sector dos resíduos em Portugal» e «estrangula a iniciativa privada».
Os subscritores apontam em particular o facto de a Suma «enquanto empresa privada poder passar a usar infra-estruturas públicas, por si não custeadas», que lhe permite baixar os custos das suas actividades.
As infra-estruturas em causa, que beneficiaram de fundos comunitários ou de taxas de juro bonificadas, vão agora reverter a favor de um monopólio privado.