Escravatura detectada em 167 países
Perto de 36 milhões de pessoas são vítimas de escravatura em 167 países estudados pela Fundação australiana Walk Free.
O estudo, divulgado dia 17, refere que o fenómeno atinge homens, mulheres ou crianças e assume a forma de tráfico de seres humanos, exploração sexual, trabalho forçado, servidão por dívida ou casamento forçado ou por conveniência.
África e Ásia são os continentes com o maior número de «escravos», mas também na Europa foram detetadas 566 200 pessoas reduzidas à escravatura, frequentemente vítimas de uma exploração sexual ou económica. A Bulgária, República Checa e Hungria lideram os países europeus em piores condições por percentagem de população, numa lista que é liderada pela Turquia, com 185 500 casos.